Não vou pedalar por alguns dias.
Será que estou machucado? Não.
Ah, a bike quebrou? Também não.
Por conta do frio que faz aqui na ilha sul, decidi não pedalar aqui.
O trajeto será de carro, e sem barraca…
Voltando ao dia de hoje, acordei mais cedo que o normal, precisava ir até o aeroporto.
Uma hora andando a pé e cheguei com uma boa folga até o embarque.
No embarque minha mochila foi parada no raio-X.
Policial perguntou se era minha mochila e se eu poderia acompanhá-la.
Enquanto abria a mochila, me perguntou o conteúdo que eles acharam estranho nas imagens.
Expliquei que era meu fogareiro. E ela perguntou como funcionava. Expliquei que precisava de um butijao de gás, mas que eu não podia levá-lo no voo.
Próximo item era meu perfume, onde a embalagem é em formato de estrela.
Tudo certo, me liberaram, e embarquei no voo. Voo que foi tranquilo.
Do meu lado estava Tyler, kiwi, que havia passado a noite bebendo com os amigos.
Achei que ela ia dar um bodão em mim. Mas não aconteceu, ufa.
Batendo papo o tempo de voo foi rápido, e logo cheguei em Christchurch.
Caminhei meia hora até a locadora onde iria pegar o carro.
E não consegui alugar o carro. Meu cartão de crédito não tem meu nome escrito.
Pensei: fudeu!
Voltei ate outra locadora, e consegui alugar o carro.
Mas tem um detalhe, aqui é mão inglesa.

Pra apimentar mais, o pisca é do lado direito. Acho que liguei o limpador umas 4 vezes a toa.
Ainda não fiz baliza, e acho que vou evitar. Ainda não tenho noção de espaço do lado esquerdo do carro.
Depois de aprender a dirigir o carro fui para o Canterbury Museum.
São vários andares, e cada andar tem várias exposições. Algumas bem curiosas.




Uma das exposições era a cidade de Christchurch antigamente.

Tinha até uma penny-farting.

E o mais legal é que podia subir nela.

Acho que sou grande demais, e ela não ficou boa em mim. Sorte que tenho a minha bike.
Havia uma “loja” de brinquedos, e nela uma casa de bonecas gigante. Acho que antigamente era assim.



Também havia material sobre a primeira guerra mundial, com alguns detalhes que não vi no Te Papa.
Cartazes convocando soldados para a guerra.

Os navios abarrotados de soldados.

Um poema que era projetado em uma parede, enquanto em segundo plano uma voz o lia.

Havia uma parte do museu que homenageava um piloto de moto. Que após ser campeão diversas vezes ganhou uma moto banhada e com algumas partes em ouro. Avaliada em 500 mil dólares.


Conheço pessoas que amam pinguins. Tem até quem ache que eles deveriam ser gigantes.
Eis a boa, ou má, notícia: eles já existiram.


Havia uma exposição destinada a Antártida.

Na exposição destinadas a pássaros pude fotografar algo sobre os kiwis.



Primeira vez que vejo algo relacionado a dinossauros, desde que o shopping panorâmico desistiu deles.



Neste museu não havia problemas em fotografar, então consegui pegar algumas coisas da cultura maori.



Haviam diversas outras exposições, sobra cultura europeia, oriental, etc. Mas não consegui bater fotos legais.
Sai do do museu fui ao Christchurch Botanical Gardens, um parque que fica o lado e é enorme.



Mas a noite estava chegando, e com ela o frio. Não posso esquecer do vento.
Dali caminhei até o Victoria Clock Tower.

Após mais um dia intelectual, e sem pedal, vou pro carro. Nos próximos dias ele será a minha “barraca”.
Amanhã eu digo se dormi bem.
