Dia 39 – Timaru a Dunedin

Hoje foi um dia tão sossegado que não sei por onde começar.

Vi minha mãe por alguns minutos, mas não foi o suficiente para matar as saudades que estou de casa.

Guardei minhas coisas no carro, e comecei um breve tour por Timaru, passando pela Sacred Heart Basilica. Mas ela estava fechada.

Não sou uma pessoa muito religiosa, mas aprecio muito as construções e interiores das igrejas.

De Timaru parti em direção a Oamaru, onde poderia ver pinguins. Só tem um problema, eles só aparecem perto do anoitecer.

Mas a viagem não foi perdida, consegui ver um leão marinho. Na verdade vi vários, mas tirei a foto de um só.

E dali parti para Katiki Point Lighthouse. Minha intenção era a vista do farol, que acabei não batendo foto, mas no fim haviam mais leões marinhos lá. Bichos preguiçosos, dormindo ao sol.

A vista do mar me fez ficar por ali alguns minutos.

Depois se tanto mamíferos aquáticos, meu próximo destino era Dunedin.

Estrada tranquila demais. As estradas aqui tem muitas retas, chega a dar sono. Quase parei dormir embaixo das árvores hoje denovo.

Chegando em Dunedin, deixei o carro meio afastado do centro para não pagar parquímetro, e fui até o Otago Museum.

Estou ficando experiente nessas paradas de museu.

O museu tem diversas exposições grátis, e apenas duas pagas.

Alguns artefatos culinários usados na Polinésia.

Algumas curiosidades sobre tatuagens.

Algumas estatuetas das Ilhas Málagas.

Havia uma “canoa” que era gigante, toda a madeira era trabalhada.

Algumas esculturas maori.

Uma das exposições era sobre animais, com alguns esqueletos. Havia uma chamada explicando que mais de 58 espécies de pássaros entraram em extinção desde a chegada do homem na Nova Zelândia.

Esqueletos de Moa. O maior é uma fêmea, e o menor um macho.

Um Kakapo empalhado. Existem apenas 124 vivos, a beira da extinção.

Outra exposição era destinada a geologia da nova Zelândia, e tinham rochas de cada camada que forma um vulcão.

Havia também uma exposição sobre culturas ao redor do mundo.

Depois do museu, sai pela cidade e passei por algumas igrejas. Existem várias, anglicana, presbiteriana, etc. Todas muito bonitas.

Por um momento elas me lembram as igrejas da Itália.

Tinha também a Dunedin Railways. Deu até vontade de andar de trem.

E por último fui visitar a rua mais inclinada do mundo.

Achei

que o carro não ia subir, e depois fiquei com medo dele descer a hora que parei para bater a foto.

Foto com o celular “reto”/paralelo ao chão normal.

E foto demonstrando a inclinação.

Se eu estivesse com a bike carregada ia ter apenas a foto do começo da rua.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *